quinta-feira, 19 de maio de 2011

Meus queridos é neste próximo sábado dia 21/05 que estarei fazendo o lançamento do meu livro no Sarau O que Dizem os umbigos. Será uma grande homenagem ao cordel esta literatura linda e rica mas descriminada e distante das salas de aulas.

O pessoal do Sarau ainda não sabem, mas estarei lançando junto com o livro mais dois novos cordéis.

A briga das fuxiqueiras e O menino cabrito estão todos convidados.




grande abraço




Francis Gomes

terça-feira, 17 de maio de 2011


Meus queridos, nesta próxima sexta feita dia 20/05 acontece o sarau Literatura Nossa no ponto de Cultura Círculo das Letras, um projeto da Associação Cultural Literatura no Brasil, localizado na Rua Bandeirante 606, Jardim Revista Suzano.

Estão todos convidados e convocados a participar desta festa da periferia, do povão. È só chegar que é tudo nosso. Também acontecerá o lançamento do livro A Massa do poeta Ermeson Acalde. Vamos chegar conferir e prestigiar poeta.

Abraços a todos

Francis Gomes

 

                    Emerson Alcalde Lança o livro (A) MASSA.



domingo, 15 de maio de 2011

Análise Sintaxe a dois

Sou um sujeito simples
De voz ativa objetiva e direta.
Tenho meus adjetivos,
Nada absoluto
Bem primitivo é verdade.
Mas a patroa,
Abusa do uso das expressões
A fim de me fazer sentir complexo de inferioridade.
Segundo ela
Sou um artigo sem valor
Na conjuntura da frase.
Uma preposição inútil
Que não faz falta.
Um verbo intransitivo
Mas inconjugável no passado,
Presente e futuro,
Com muita  sorte
No  pretérito imperfeito.
E que ela tem predicado
Para me fazer objeto
Diretamente subordinado a ela.
E ainda pode me tornar sujeito oculto
E substituir-me por uma segunda
Ou terceira pessoa a qualquer tempo.
Mas analisando
A colocação de suas palavras
Percebo que são  subjetivas,
E tudo isso não passa de relutâncias verbais.
Apesar de ela ser possessiva e radical,
Eu bem sei que
Na hora a H,
Na justaposição em que
A vogal liga a consoante
Ela abre aspas
Fecha parênteses
Quando se faz necessário
O uso do travessão,
Ela olha para mim
Com olhar de exclamação,
Faz sinais de reticências
Entramos em uma
Concordância nominal
Quando os sons das sílabas
Passam ser vibrantes
E os ditongos crescentes são orais
Sou eu que determino o ponto final.


Francis Gomes


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Meus queridos, por falta de tempo por causa da correria dos lançamentos do meu livro, não atualizei o blog estes últimos dias, mas estão ai as fotos dos lançamentos na Livraria Suburbano Convicto, do Poeta, escritor e apresentador Alessandro Buzo e na Cooperifa.


Cooperifa lotada e o povo lindo e inteligente vibrando.


                                                                         Mesa de livros

O grande poeta Sérgio Vaz

o povão

o poeta Márcio



ela tá em todas

o escritor Sacolinha

eu fazendo a poesia meu Brasil


esta aí já ta recitando






Sarau Suburbano Convicto e o lançamento no dia que o sarau fazia um ano de vida
valeu Buzão


eu e o guerreiro Buzo






a escritora e poetisa Elisandra



o poeta Marco Pezão

o poeta Paulo Odair



Buzo quase chorando por se homenageado

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Meus queridos nesta terça feira dia 10/05/2011 como já havia comentado, estarei na livraria Suburbano Convicto do Escritor  Alessandro Buzo no Bixiga. Na quarta feira dia 11/05/2011 estarei no badalado e fervoroso sarau da Cooperifa, um projeto do grande poeta Sérgio Vaz e família Cooperifa, fazendo o lançamento lá também. conto com a presença de todos.

Grande abraço.

Francis Gomes.

sábado, 7 de maio de 2011

Em homenagem a minha mãe e todas as mães do mundo, estes poemas deste poeta. Minha  progenitora, minha heroína, uma rosa nascida nas brechas das rochas na sequidão do nordeste,  resistente como o mandacaru e a macambira. E dela, jorra amor do seu coração como a rocha jorrou água no deserto quando foi ferida por Moisés. A ela meu amor, minha vida.


                                


                                                  
                                Mãe


Se eu soubesse fazer um poema;
Que falasse do amor;
Do brilho do sol e o seu resplendor,
Das aves que voam na imensidão do espaço
Das flores e seu agradável odor,
Das obras perfeitas do Deus Altíssimo
Em tudo que Ele criou!
De Jesus Cristo seu Filho,
O quanto ele nos amou!
Há! Se eu soubesse fazer um poema
Contando tudo que meu coração pensou,
Do principio ao fim
Descrevendo o amor;
Há! Se eu soubesse fazer tal poema!
Que pena! Poeta não sou;
Mas se eu soubesse fazer tal poema,
Que descrevesse o amor;
Eu descreveria: “você minha mãe”
A razão maior de eu ser o que sou
A você “minha mãe”
Que no seu ventre me gerou
Descrevo estes pequenos versos
Ainda que poeta não sou
Mas se falei de minha mãe
Certamente descrevi o amor
Na eficácia de sua glória
No auge do seu resplendor.
                                                          
                                                               Francis Gomes


 

Mãe meu tudo



Neste momento,
Elevo meus pensamentos...
E busco sabedoria
Para descrever em versos
Minha mãe,
Minha maior alegria,
Meu motivo de sonhar,
De viver, de lutar e vencer,
A razão da minha vida,
Sem ela não sou ninguém,
A vida perde a magia!
Sem ela eu nem existia
Por ela eu faço tudo,
Choro, canto e pulo,
Por ela eu dou minha vida.

É o meu maior tesouro,
Nada é tão valioso,
Seu preço não tem valor,
É a obra mais perfeita,
Entre o céu, a terra,
O mar e toda natureza,
Em tudo que Deus criou,
Das estrelas, a que mais brilha,
E como brilha, brilha muito!
Do sol ela é  o resplendor,
É a essência da vida, sim ela é,
Uma nascente e fonte de amor,


E a mulher mais guerreira,
Lutadora, vencedora ela é perfeita,
Entre todas, que outra mulher gerou.

Minha mãe,
A mulher que me trouxe ao mundo,
Que me deu a vida e me ensinou a viver,
A mulher que  nas noites tenebrosas,
Quando eu chorava de frio,
Ela me enrolava,
Pegava-me em seus braços
Para meu corpo aquecer,
E quando eu estava doente
Sem saber falar o que tinha,
Ela chorava, chorava,
Com medo de me perder,
Oh, minha mãe,
Como eu gostaria de ser um poeta
Sim gostaria,
Para fazer um poema perfeito,
E dedicar a você;
Pena que não sou,
Mas nestes rabiscos que eu escrevo,
Quero gritar com muita alegria ao mundo inteiro,
Que eu, seu filho,
O seu filho ama você.





Francis Gomes


quinta-feira, 5 de maio de 2011

   A importância do perdão
            A MÂE DO CAIPIRINHA


Olha seu moço, me lembro como se fosse agora.
Já faz tanto tempo, é verdade,
Mas até hoje o meu coração chora,
Às vezes sinto ele sangrando de saudade.

Sempre que papai brigava comigo,
Aborrecido, eu ia chorar num canto de parede qualquer.
Mamãe me chamava, vem cá filho,
Me colocava no colo e me fazia cafuné.

Ás vezes eu nem tava sentindo mais nada,
Mas fingia, fingia mermo que estava,
Só pra ficar um pouco mais  no colo dela,
Era tão bom, que eu até cochilava.

Eu gostava daquelas mãos em meus cabelos,
Secando minhas lágrimas,  beijando meu rosto,
E falando: filho perdoa o papai,
Porque se você não perdoar ele morre de desgosto.

O papai do céu não gosta disso,
E vai levar o papai prá Ele, se você não perdoar.
Como eu gostava muito do papai,
Eu logo perdoava, como medo de papai do céu levar.

E assim era com todos os que eu gostava,
Papai, mamãe, vovô, vovó, e até meu cachorrinho Sassá.
Se me deixasse triste eu perdoava,
Só prô papai do céu num levar.

Minha mãezinha, nunca brigava comigo.
Nunca me fazia chorar, nunca me fazia sofrer.
Mas teve um dia que eu fiz lá uma traquinagem,
E sabe seu moço, ela precisou me bater.

Num momento de raiva. Coisa de criança.
Eu falei o que num devia falar naquela hora.
Chorando, zangado, disse prá ela:
Mamãe, eu nunca vou perdoar à senhora.

Oh! Seu moço, eu nunca devia ter falado aquilo...
Por isso eu acho que a culpa foi minha.
Num demorou muito tempo,
Papai do céu veio, e levou minha mãezinha.

Mas eu chorei tanto seu moço, tanto...
Falei prá ela que eu perdoava, era só ela ficar de pé.
Mas ela nem me ouviu, nem quis saber,
Me viu chorando e nem me chamou pra fazer cafuné.

Seu moço, eu tô tão arrependido do que falei,
Num sei prá que fui falar que num perdoava,
Tanto que ela me pediu, me avisou,
Se eu num perdoasse, o papai do céu levava.

Olha seu moço, por isso eu peço pra você:
Se sua mãezinha lhe bater, perdoe na merma hora.
Porque se a minha tivesse aqui, podia me bater o quanto quisesse.
Que eu perdoava, só prô  papai do céu num levar ela embora.

Porque depois que ela foi, a vida perdeu a graça,
Perdi a vontade de viver, nunca mais eu tive alegria,
Nunca mais ninguém me pegou no colo,
Nem me fez cafuné como mamãe fazia.









Francis Gomes









segunda-feira, 2 de maio de 2011

NA CONTRA MÃO

A que ponto chega o ser humano! Muitos comemoram a morte de Osama Bin Laden, como  se ele fosse o responsável por todos os problemas que acontecem no mundo. É verdade que ele matou muitos inocentes, mas enquanto formos capazes de comemorar a morte de alguém por pior que seja, mostra a nossa falta de amor e o quando o povo está distante de Deus.

domingo, 1 de maio de 2011

Tudo certo para mais um lançamento do livro ECOS DO SILÊNCIO


Fotos da Associação Cultural Literatura no Brasil na festa do 2º Festival da Cultura de Suzano.



Leitora vendo o livro Ecos do Silêncio

Estamos em todas


conversa de escritores  Francis e Sacolinha



E dá- lhe cordel

Galera da ACLB fazendo Paz e Amor

Francis Gomes fazendo cordel

Grupo Suburbaque


Grupo de dança

povão visitando nossa tenda

O escritor Sacolinha bêbado de sono.

Mesa de livros da ACLB