quarta-feira, 29 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Amor global vira novelas
Cabocla.
Aqui no meu pedacinho de chão
Busco vida nova,
Felicidade.Pela força de um desejo,
Meu coração rebelde
Percebe, o amor está no ar.
Quer uma alma gêmea.
Quem sabe está escrito nas estrelas
Sobre a vida da gente.
E você, pode ser minha doce namorada,
E eu o homem proibido,
Ou seu santo mestiço,
Que sabe tudo do sexo dos anjos.
Deus nos acuda,
E nesta eterna magia,
Você, me ensina encontrar o mapa da mina
Deste teu corpo dourado,
Da cor do pecado.
Vem me faz seu vira lata,
Meu anjo mau.
Não liga para o ti ti ti,
Destas cobras e lagartas.
Vivemos em tempos modernos.
Deixa eu te dá aquele beijo,
O beijo do vampiro.
Chega mais,
Minha beleza pura
Vamos fazer uga uga,
Cometer sete pecados,
Minha top model,
Meu pecado rasgado.
Nesta guerra dos sexos
Vou te deixar andando nas nuvens.
Vem. Baila comigo
Neste corpo a corpo,
E você minha rosa rebelde,
A indomada.
Não sou o dono do mundo
Nem você rainha da sucata.
Não quero ser o salvador da pátria
Nem o astro desta selva de pedra.
Meu insensato coração,
Quer apenas viver a vida,
Um louco amor
Um amor eterno.
E por amor a vida
Vale tudo,
Minha flor do caribe.
Quem sabe na América,
Na Avenida Brasil,
Encontramos o paraíso,
E tenhamos um final feliz.
Francis Gomes.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
A POESIA QUE VIROU RAP
Vendendo pó na escola
Eu cheguei em uma escola
Montei minha barraquinha
Tinha um guarda me olhando
Eu continuei na minha
Desembrulhei o bagulho
E fui fazendo fileiras
Molecada chega cá
Pode vir pode colar
Que o barato de primeira
E faz viajar geral
Logo na primeira dose
Mas garanto o pó é limpo
Não tem risco de overdose
Então parafraseando
O meu amigo Ciríaco
Eu comecei gritando
Parecendo um maníaco:
Eu vendo pó, eu vendo pó
Eu vendo pó, da alegria
Eu vendo o pó que faz viagem
Eu vendo o pó da fantasia
Eu vendo pó, eu vendo pó
Eu vendo pó para quem vai
Eu vendo pó para quem fica
Eu vendo pó,eu vendo pó, ai....
O guarda partiu pra cima
Pra dá uma de herói
Me deu uma borrachada
Meu amigo isso dói
E eu tentando explicar
Seu guarda não sou bandido
Por favor, não bata mais
Isso é um mal entendido
Na verdade eu vendo pó
Vendo o pó da alegria
Eu vendo o pó que faz viagem
Vendo o pó da fantasia
Eu vendo pó, eu vendo pó
Eu vendo pó para quem vai
Eu vendo pó para quem fica
Eu vendo pó,eu vendo pó, ai...
Quanto mais pó eu falava
Mais o guarda me batia.
Quebrou minha barraquinha
Rasgou os meus envelopes
Pensando que encontraria
Ali vários papelotes
Porém ele se enganou
E viu em sua covardia
Que bateu num inocente
Espancou que não devia
Numa loucura completa
Quase mata este poeta
Que só vendia poesia.
Francis Gomes
domingo, 19 de maio de 2013
LITERATURA NO BRASIL NA VIRADA CULTURAL DE SÃO PAULO 2013
MAIS UMA VEZ A ASSOCIAÇÃO CULTURAL LITERATURA NO BRASIL FEZ SUA PARTE REPRESENTOU A CULTURA, A ARTE E LITERATURA DE SUZANO NOS PALCOS DA CAPITAL. PARA AQUELES QUE NÃO NOS REPRESTA SAIBA QUE NÓS REPRESENTAMOS SUZANO E MUITO BEM.
sábado, 18 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
VIRADA CULTURAL DE SÃO PAULO 2013, ESTAREI NO PALCO
Meus amigos, amigas e leitores, no próximo domingo 19/05/2013 as 08:20 estarei juntamente com o pessoal do Literatura no Brasil, Associação que eu faço parte, participando de mais uma virada cultural em São Paulo, no Palco da Santa Ifigênia.
Mais uma vez terei o orgulho de representar meu povo e nossa cultura em forma de poesia e cordel.
Não me importa o que falam nem o que pensam serei sempre a voz deste povo e defenderei nossas culturas e raizes.
Eu falo, escrevo canto,
Às vezes insisto tanto,
Que até cria fadiga.
Quem não gostar pouco importa,
Me olhar de cara torta,
Mas sigo nesta cantiga
Defendendo este reinado
Com força e veemença
Mesmo descriminado
O nordeste é resistêa.
Francis Gomes
Quem quiser nos prestigiar e participar conosco é só chegar.
Mais uma vez terei o orgulho de representar meu povo e nossa cultura em forma de poesia e cordel.
Não me importa o que falam nem o que pensam serei sempre a voz deste povo e defenderei nossas culturas e raizes.
Eu falo, escrevo canto,
Às vezes insisto tanto,
Que até cria fadiga.
Quem não gostar pouco importa,
Me olhar de cara torta,
Mas sigo nesta cantiga
Defendendo este reinado
Com força e veemença
Mesmo descriminado
O nordeste é resistêa.
Francis Gomes
Quem quiser nos prestigiar e participar conosco é só chegar.
sábado, 11 de maio de 2013
adaptação da poesia MEU PAI MEU ORGULHO, para homenager minha mãe.
Minha mãe, meu orgulho...
Mãe, não sou um poeta, nem sou um artista,
Não saio em Tv, nem dou entrevista,
Mas quero passar-te a minha mensagem.
Mãe, ela foi extraída do meu coração,
São simples rabiscos, transformei em canção,
Só para prestar-te a minha homenagem.
Mãe perdoa se às vezes fui inconseqüente,
São coisas de um jovem de um adolescente
Que pensa que sabe as coisas da vida.
Mãe perdoa se nunca falei que te amo,
Mas hoje para o mundo inteiro declamo,
Você é pra mim meu orgulho na vida.
Mãe você sempre foi boa conselheira,
Além de uma grande amiga,
Foi minha companheira.
Quando eu mais precisei,
Sempre esteve presente
Mãe você é meu orgulho,
Vai ser para sempre.
Você é lembrança eterna...
Em minha memória,
Em um livro chamado de vida,
Mamãe você é minha história,
E se um dia eu casar,
E o Senhor me der filhos,
Contarei para eles, sua história.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Vento amigo
RECADO A MÃE
Oh! Vento que vai e volta
Visita vários lugares
Quero fazer-te um pedido
Por favor, vento amigo...
Transmita minha mensagem
Vento que sopra do sul
Em direção ao nordeste
Vai ao compasso do tempo
Por favor, amigo vento.
Leve por mim esta prece
No estado do Ceará
Em uma pequena cidade
Por favor, faça uma pausa.
Visite em minha casa
Alguém que chora de saudade
Uma senhora de idade
Já com os seus cabelos brancos
Sentada em uma cadeira
Debruçada sobre a mesa
Com os olhos em prantos
Esta é minha mãe
Chorando por lembrar de mim
Sussurre no ouvido dela
Que também e sinto por ela
Saudade que não tem fim
Derrube o meu retrato
Do lado de sua cama
Para amenizar a saudade
Ela vai ler a mensagem:
Do seu filho que lhe a ama
Faça mexer-se um quadro
Que está do lado dela,
Ao ver ficará feliz
Foi um poema que eu fiz
Para dedicar a ela
Ainda se for possível
Se não for pedir de mais,
Quando ela olhar para cima
Balance a velha cortina
Pra ela ver o que está atrás
Suas lágrimas por um instante
Não molharão mais seu rosto
Ela dará um sorriso
Baixinho dirá: meu filho,
Você é o meu tesouro
Ainda muito criança
Eu escrevi na parede,
Eu nem sabia escrever
Mal da para entender
Escrito com folhas verdes:
“Mamãe, não sei escrever
Mas escrevo isto agora,
Posso da à volta ao mundo
Mas nunca por um segundo
Esquecerei à senhora”.
Ainda amigo vento
Vou fazer mais um pedido,
De todos, o que mais desejo,
Da minha mãe traga um beijo
E leve outro do seu filho
Francis Gomes
segunda-feira, 6 de maio de 2013
A importância do perdão
Olha seu moço, me lembro como se fosse agora.
Já faz tanto tempo, é verdade,
Mas até hoje o meu coração chora,
Às vezes sinto ele sangrando de saudade.
Sempre que papai brigava comigo,
Aborrecido, eu ia chorar num canto de parede qualquer.
Mamãe me chamava, vem cá filho,
Me colocava no colo e me fazia cafuné.
Ás vezes eu nem tava sentindo mais nada,
Mas fingia, fingia mermo que estava,
Só pra ficar um pouco mais no colo dela,
Era tão bom, que eu até cochilava.
Eu gostava daquelas mãos em meus cabelos,
Secando minhas lágrimas, beijando meu rosto,
E falando: filho perdoa o papai,
Porque se você não perdoar ele morre de desgosto.
O papai do céu não gosta disso,
E vai levar o papai prá Ele, se você não perdoar.
Como eu gostava muito do papai,
Eu logo perdoava, como medo de papai do céu levar.
E assim era com todos os que eu gostava,
Papai, mamãe, vovô, vovó, e até meu cachorrinho Sassá.
Se me deixasse triste eu perdoava,
Só prô papai do céu num levar.
Minha mãezinha, nunca brigava comigo.
Nunca me fazia chorar, nunca me fazia sofrer.
Mas teve um dia que eu fiz lá uma traquinagem,
E sabe seu moço, ela precisou me bater.
Num momento de raiva. Coisa de criança.
Eu falei o que num devia falar naquela hora.
Chorando, zangado, disse prá ela:
Mamãe, eu nunca vou perdoar à senhora.
Oh! Seu moço, eu nunca devia ter falado aquilo...
Por isso eu acho que a culpa foi minha.
Num demorou muito tempo,
Papai do céu veio, e levou minha mãezinha.
Mas eu chorei tanto seu moço, tanto...
Falei prá ela que eu perdoava, era só ela ficar de pé.
Mas ela nem me ouviu, nem quis saber,
Me viu chorando e nem me chamou pra fazer cafuné.
Seu moço, eu tô tão arrependido do que falei,
Num sei prá que fui falar que num perdoava,
Tanto que ela me pediu, me avisou,
Se eu num perdoasse, o papai do céu levava.
Olha seu moço, por isso eu peço pra você:
Se sua mãezinha lhe bater, perdoe na merma hora.
Porque se a minha tivesse aqui, podia me bater o quanto quisesse.
Que eu perdoava, só prô papai do céu num levar ela embora.
Porque depois que ela foi, a vida perdeu a graça,
Perdi a vontade de viver, nunca mais eu tive alegria,
Nunca mais ninguém me pegou no colo,
Nem me fez cafuné como mamãe fazia.
Francis Gomes
Amor sem você comigo mim sinto perdido
Toda minha vida perde o sentido
Não sei o que faço pra poder viver
É como se o sol e a lua já não mais brilhassem
Como se o tempo na noite parece
Tudo é escuridão longe de você
Aquele brilho dos meus olhos já não mais existe
Até meu sorriso ele ficou triste
Sem você por perto tudo em mim mudou
Já liguei pra sua casa, mas ninguém atende.
Mandei uma carta não foi deferente
Não a encontrando para mim voltou
Te procurei no seu trabalho não te encontrei
Perguntei pro guarda, hoje ela não veio
Assim me falou
Sai de lá desesperado não sei o que faço
Coração partido está em pedaços
Preciso te encontrar seja onde for
Preciso te encontrar, matar esta saudade
Antes que a saudade ela me acabe
Eu preciso amor encontrar você
Preciso que me de noticia amor urgentemente
Eu estou enfermo eu estou doente
Coração carente querendo você
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